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17 de Maio, essa Luta nos UNE!

Todo mês de maio a população LGBT reafirma sua luta contra a intolerância, o preconceito e a LGBTfobia. Um mês importante de resistência para toda comunidade de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT em todo o mundo.

    Neste mesmo mês, em 17 de maio de 1990 a Organização Mundial da Saúde (OMS), retira a homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças- (CID) reconhecendo que a homossexualidade é algo natural de cada indivíduo, e não mais uma “patologia, distúrbio e nem perversão” como se afirmava.

   Desde então, a data é reconhecida como o Dia Internacional de Luta contra a Lesbo/Bi/Trans/Homofobia, passando a ser referência na luta permanente contra toda forma de opressão, discriminação e violência com a população LGBT.

    Apesar dos avanços significativos que tivemos ao longo dos anos, como o reconhecimento via Supremo Tribunal Federal (STF), em relação à união homoafetiva, a adoção por casais do mesmo sexo, que possibilitou que casais homossexuais pudessem adotar, permitindo o direito de ter seus próprios filhos/as, e o reconhecimento do nome social, que garante a dignidade e o direito de identidade para população de travestis e transexuais em todo o Brasil. Contudo, ainda estamos muito longe de alcançarmos uma cidadania plena para a comunidade LGBT.

    Nossas identidades e orientações são cotidianamente negadas e discriminadas em diversos espaços, na política, nas tomadas de decisões, em nossas instituições de ensino, em hospitais e postos de saúde, em empresas públicas e privadas, nas ruas e até mesmo dentro da nossa própria casa. Tudo isso, fruto de uma sociedade estruturada em uma lógica heteronormativa, com sérias dificuldades de reconhecer a diversidade existente e o direito ao pensar, agir e ser diferente.

Devemos superar as barreiras que impedem a população LGBT de adentrar os espaços de poder. As dificuldades de nossa população ingressar, permanecer e concluir seus estudos, sejam em escolas e universidades públicas ou privadas. A ausência de políticas públicas para a saúde, específicas e que deem conta das nossas necessidades, principalmente para as mulheres lésbicas, bissexuais e transexuais. Assim como, a falta de formação dos profissionais, para que estejam qualificados e preparados a atender nossas demandas, mais especificamente as de segurança! Estas são apenas algumas das realidades vividas diariamente pela população LGBT em todo o país. Permanecemos sem qualquer tipo de proteção ou amparo, sofremos todos os tipos de violência, seja ela psicológica, física ou institucional. Isso deve ser reparado material e simbolicamente, nossas diversas identidades não podem ser mais criminalizadas e nossos corpos não são mercadorias.

A LGBTfobia hoje é a principal causa das mortes de LGBT’s. Segundo um estudo organizado pelo Grupo Gay da Bahia (a ONG mais antiga em atuação na América Latina), a cada 28 horas um LGBT é morto no Brasil. Mesmo assim, ainda seguimos sem uma legislação específica que nos proteja e que criminalize tal prática.

Recentemente a Deputada Federal Luizianne Lins (PT-CE), encaminhou à Câmara Federal, o Projeto de Lei nº 7292, que propõe a alteração do Código Penal para prever o LGBTcídio como circunstância qualificadora do crime de homicídio. Além disso, o PL altera o artigo 1º da Lei nº 8.072/1990, para incluir o LGBTcídio no rol dos crimes hediondos. (www.camara.leg.br/PL7292/2017).  O PL foi chamado de Dandara dos Santos, em reconhecimento e homenagem a travesti, assassinada brutalmente em Fortaleza em fevereiro deste ano.

    Vivenciamos hoje no Brasil uma séria ruptura democrática, onde nossa frágil democracia foi ceifada pelo governo ilegítimo de Michel Temer e seus comparsas conservadores e fundamentalistas, através de um golpe dado contra a primeira mulher eleita presidenta deste país.

    Desde o início, esse (des)governo vem no intuito de realizar diversos retrocessos e retiradas de direitos da classe trabalhadora, em especial da população LGBT, ao qual revoga o direito ao uso do nome social por pessoas trans e travestis no funcionalismo público federal, efetivado no governo Dilma. Ao decretar o fim do Ministério de Mulheres, Igualdade Racial, Juventude e Direitos Humanos, órgão importante na criação de políticas públicas para promoção de direitos humanos a setores da sociedade historicamente marginalizados; a retirada da palavra “gênero” de todos os documentos que orientam a política federal. Seja com o engavetamento do projeto João W. Nery (Lei de Identidade de Gênero, pauta histórica do movimento LGBT brasileiro), ou com a retirada das metas que propunha combater a evasão
escolar causada por discriminação sexual e de gênero dos Planos Municipais e
Estaduais de Educação.

  Continuaremos nas ruas denunciando o caráter machista, racista, LGBTfóbico e antipopular deste golpe, tendo a consciência que a defesa da democracia é algo central, para toda classe trabalhadora, para  as mulheres, jovens, negros e negras, indígenas e LGBT’s, pois entendemos que somente dentro de um processo democrático sólido e amplo, é que continuaremos avançando nas conquistas por direitos, na promoção da igualdade e oportunidades para toda a população.

NENHUM DIREITO A MENOS!

TODAS E TODOS CONTRA A LGBTFOBIA!

“Temos o direito de ser iguais quando a nossa diferença nos inferioriza; e temos o direito de ser diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades.” Boaventura de Souza Santos.

Bruno Mendes

Diretor LGBT da UEE Livre RS (Gestão 2015-2017).

2º Encontro de Negros e Negras da UEE Livre

A Diretoria de Combate ao Racismo da UEE Livre convoca as pretas e os pretos de todos os cantos do Estado para ocuparmos a cidade de Rio Grande nos dias 22, 23 e 24 de junho, onde se realizará o II Encontro de Negros e Negras da UEE Livre – ENUEEL.

A histórica cidade do litoral sul gaúcho, berço do Estado do RS, é um grande símbolo da resistência negra no Brasil, sendo o principal local de desembarque dos navios negreiros que deram início a trajetória do nosso povo em solo gaúcho.

“Por que não posso andar no estilo da minha raiz?”

Após cento e trinta anos da famigerada Lei Aurea, o longo dia de 14 de maio de 1888, parece ainda não ter passado para o povo negro no Brasil. Libertos do cativeiro, passamos a enfrentar um projeto de nação que visa o nosso extermínio. Como resultado desse projeto choramos a morte e encarceramento em massa da nossa juventude negra. Há 60 dias perguntamos quem matou Marielle, há 1884 dias perguntamos onde está o Amarildo, há 47.848 dias resistimos em liberdade condicional…

São cento e trinta anos de uma madrugada que não amanhece para o povo negro. Resistimos das senzalas aos quilombos, das favelas às universidades e essa resistência remete a nossa ancestralidade, pois estamos onde estamos devido a luta das(os) mais velhas(os). Reconhecemos que nossos passos vêm de longe e cruzaram o oceano Atlântico.

➡ Para participar, basta se inscrever neste link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfcCjKk5bULFaCGIiNjbh5t2xpj3gTF55BI1ZoNuCJ_cUnpSw/viewform

OBS.: Cobraremos uma taxa de inscrição simbólica no valor de R$ 15,00 para garantir alimentação e alojamento durante o Encontro.

Convocatória II Encontro de Negras e Negros da UEE Livre: Por que não posso andar no estilo da minha raiz?

“Honro minha raiz
Luto pela minha cor
Tudo o que busco é por nós
E faço com amor

Cabelo pixa-in, da pele preta
Aparência não me rebaixa, porque amo ser negra
Sou mais uma guerreira que como Dandara
Quero conhecer o meu passado
E família na África”
(Preta Rara)

Após cento e trinta anos da famigerada Lei Aurea, o longo dia de 14 de maio de 1888,
parece ainda não ter passado para o povo negro no Brasil. Libertos do cativeiro,
passamos a enfrentar um projeto de nação que visa o nosso extermínio. Como
resultado desse projeto choramos a morte e encarceramento em massa da nossa
juventude negra. Há 60 dias perguntamos quem matou Marielle, há 1884 dias
perguntamos onde está o Amarildo, há 47.848 dias resistimos em liberdade
condicional…

São cento e trinta anos de uma madrugada que não amanhece para o povo negro.
Resistimos das senzalas aos quilombos, das favelas às universidades e essa
resistência remete a nossa ancestralidade, pois estamos onde estamos devido a luta
das(os) mais velhas(os). Reconhecemos que nossos passos vem de longe e cruzaram
o oceano Atlântico.

Reivindicando a nossa história, a Diretoria de Combate ao Racismo da UEE-Livre
convoca as pretas e os pretos de todos os cantos do Estado para ocuparmos a cidade
de Rio Grande nos dias 22, 23 e 24 de junho, onde se realizará o II Encontro de
Negros e Negras da UEE Livre – ENUEEL.

A histórica cidade do litoral sul gaúcho, berço do Estado do RS, é um grande símbolo
da resistência negra no Brasil, sendo o principal local de desembarque dos navios
negreiros que deram início a trajetória do nosso povo em solo gaúcho.

Queremos virar a página da nossa história de lutas e resistências! Para nós o
momento é de resgatar nossa ancestralidade e dar um passo adiante na luta
antirracista nesse país. Por isso, vamos fazer desse encontro a nossa roda de
capoeira para gingar todos os obstáculos do momento em que vivemos, mas também
será uma encruzilhada para que possamos unir as energias das/dos pretas e pretos
velhos e conviver em harmonia e solidariedade, no UBUNTU! Entre tantos objetivos
que nos unem, reerguer um novo Palmares no Brasil é o nosso maior compromisso!

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O CIRCUITO DE FESTIVAIS UNIVERSITÁRIOS DA UNE

O CIRCUITO DE FESTIVAIS UNIVERSITÁRIOS DA UNE VOLANTE ESTÁ COM AS INSCRIÇÕES ABERTAS!

APRESENTE SEU TRABALHO NO INQUIETAÇÕES!

A União Nacional dos Estudantes se lança pelo país em defesa da democracia e da educação pública, gratuita e de qualidade na “UNE Volante: uma universidade chamada Brasil”. Em conjunto a essa volta pelo Brasil, o CUCA da UNE realizará um circuito de festivais universitários com apresentações artísticas de estudantes de todo país. Mostre seu trabalho para o mundo, INSCREVA-SE!

No Rio Grande do Sul, o Festival acontecerá nos dias 4 e 5 de maio, na UFRGS, e contará ainda com oficinas, debates e intervenções artísticas.

www.cucadaune.org.br

UEE Livre lança petição online pela liberação do passe livre estudantil na região metropolitana

A União Estadual dos Estudantes Livre do Rio Grande do Sul – UEE Dr. Juca, lançou neste dia quatro de janeiro, em sua página no Facebook, uma petição online com o objetivo de modificar a regulamentação da lei estadual que rege o passe livre estudantil no que se refere à emissão do documento. A mobilização iniciou a partir do impasse causado pelo fechamento da sede da UEE-RS, entidade que, segundo o decreto que regulamenta a lei do passe livre, pode fazer o pedido de emissão desse benefício à Metroplan.

A lei estadual 14.307/2013, a partir de um decreto do governador do Rio Grande do Sul em 2015, estabelece que a única entidade estudantil universitária que tem permissão para executar os pedidos relacionados ao passe livre intermunicipal à Metroplan é a UEE-RS. A entidade em questão, porém, vem sofrendo com vários casos de corrupção desde o ano passado, que envolvem sua diretoria, casos esses já noticiados pela imprensa; além disso, existem também processos na justiça que questionam a legitimidade do seu último Congresso, instância onde sua diretoria é eleita: esse conjunto de fatores fez com que a entidade tivesse, por fim, todas as suas atividades suspensas por tempo indeterminado.

Tendo em vista estes acontecimentos, no dia três de janeiro, a Metroplan divulgou em seu site oficial uma nota informando que “está trabalhando na tentativa de buscar uma solução para garantir que os alunos não sejam prejudicados no início das aulas.”. Já a UEE Livre, em nota pública divulgada na mesma semana, afirma que “está à disposição de todos os estudantes do Rio Grande do Sul para solucionar os problemas deixados pela UEE/RS” e reivindica ao Governo do Estado a liberação da emissão do passe livre. Confira a nota pública da UEE Livre na íntegra:

NOTA PÚBLICA: O MOVIMENTO ESTUDANTIL GAÚCHO NÃO ESTÁ NA UEE/RS

União Estadual dos Estudantes do Rio Grande do Sul – UEE Livre foi fundada em 2009 a partir da necessidade de reconectar o movimento estudantil gaúcho com a sua história de resistência e defesa dos interesses estudantis, visto que a UEERS, antiga entidade de representação dos universitários do estado, perdeu esse caráter na medida em que sufocou sua democracia e foi tomada por grupos que até hoje deturpam a sua finalidade, prejudicando milhares de estudantes e confundindo a sociedade gaúcha. Em síntese, a UEERS deixou de ser uma instância de organização dos estudantes, perdendo assim também sua capacidade de representação, limitando-se a uma empresa de emissão de carteiras. Dentro da UEE/RS não há qualquer espaço para pensamento divergente, nem nas decisões da entidade e menos ainda na eleição de sua diretoria. Por isso, a UEE Livre é reconhecida pela União Nacional dos Estudantes (UNE) como a legítima entidade de representação dos universitários em nosso estado e é onde o movimento estudantil gaúcho verdadeiramente se concentra e trava suas lutas.

Ao longo de 2017, não nos surpreendemos com as denúncias de corrupção veiculadas pela imprensa, que revelaram o desvio de dinheiro dos estudantes por parte da diretoria da UEERS para uso pessoal. Algo que é denunciado por nós desde a nossa fundação e também por demais setores do movimento estudantil gaúcho.

Agora os estudantes gaúchos têm o seu direito ao passe livre intermunicipal afetado e muitos sofrem com a angústia de ver inviabilizado o seu transporte à universidade, mais uma vez tudo isso fruto das disputas entre grupos que até hoje se enfrentam pelo domínio da UEERS.

Reafirmamos que o fortalecimento da UEE Livre é fundamental para a existência de um movimento estudantil representativo, plural, democrático e transparente. Nos colocamos a disposição de todos os estudantes do Rio Grande do Sul para solucionar os problemas deixados pela UEE/RS e seguiremos na luta para que o Governo do Estado libere a emissão do passe livre através das entidades estudantis que de fato possam prestar o serviço e tem representatividade entre os estudantes gaúchos.

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Clique aqui para assinar a petição online da UEE Livre pela liberação da emissão do passe livre estudantil intermunicipal na região metropolitana.

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Clique aqui para conferir a nota da Metroplan na íntegra sobre a situação atual do passe livre estudantil intermunicipal.

Retrospectiva de 2017

       No último dia de 2017 a UEE Livre anuncia o seu novo site, agora mais completo para você ficar por dentro de tudo o que acontece na entidade, e, para estrear o novo site vamos fazer uma retrospectiva deste ano, das principais ações e lutas da União Estadual dos Estudantes Dr. Juca.

RETROSPECTIVA 2017: A UEE LIVRE É PRA LUTAR

       A UEE Livre RS foi fundada em 2009 para devolver aos estudantes gaúchos uma entidade democrática e que estivesse de fato nas universidades. Ao longo destes menos de 10 anos de história, a UEE Livre se tornou a principal entidade de referência dos estudantes gaúchos, isto porque foi às universidades, defendeu, ocupou e reivindicou um educação de qualidade.

           O ano de 2017 é marcado por uma série de lutas, da UEE Livre invadindo as ruas, as casas legislativas e as universidades, confira aqui um pouco dos momentos mais marcantes de 2017.

5º CEEG DA UEE LIVRE RS

A quinta edição do CEEG - Conselho Estadual das Entidades Gerais contou com mais de 50 estudantes reunidos em São Paulo e aprovou a prestação de contas da entidade.

4º EME DA UEE LIVRE RS

O quarto encontro de mulheres estudantes da UEE Livre que debateu  o machismo institucional, a violência sexista estrutural, a necessidade de políticas de permanência para as mulheres estudantes, as realidades do campo e da cidade, uma educação feminista, antirracista e anti Lesbo -Bi-Transfóbica.

5º CUNUEEL - Congresso da UEE Livre RS

Com o tema "Legalidade, democracia e esperança:unir o Rio Grande por diretas já" estudantes de diversas universidades do estado elegeram a nova diretoria da entidade e aprovaram o plano de lutas da entidade.

POSSE DA NOVA GESTÃO DA UEE LIVRE 

Toma posse a nova gestão da UEE Livre e no mesmo dia a entidade protocola na Assembleia Legislativa três projetos de lei pela regulamentação do ensino superior privado: pelo fim das taxas, pela taxa de matricula e rematrícula proporcional e pelo fim da obrigatoriedade do EAD.

EM DEFESA DO UNIPOA

O segundo semestre de 2017 começou com o anuncio do fim do pré vestibular popular (POP) e do programa de bolsas UNIPOA. A UEE Livre em conjunto com o DCE FADERGS, Unirriter FAPA e Zona Sul, garantiram a renovação das bolsas e a aprovação nas comissões da Câmara dos Vereadores da indicação que mantem o programa. A luta continua pela alteração dos requisitos de renovação.

11A - DIA DO ESTUDANTE - #MEIOPASSEFICA

O Dia do estudante foi marcado pela presença de mais de 10 mil estudantes nas ruas para defender um direito histórico do Porto Alegre, o meio passe estudantil, tendo em vista o pacote do transporte que Marchezan enviou à Câmara e que quer restringir o direito à meia passagem.

QUAIS OS IMPACTOS DO FIM DO MEIO PASSE ESTUDANTIL EM PORTO ALEGRE?

Na defesa do meio passe estudantil a UEE Livre e o DCE UFRGS encomendaram uma pesquisa à empresa júnior da faculdade de economia da UFRGS para demonstrar os impactos do fim da meia passagem na cidade e quantificar o número de estudantes atingidos.

AO LADO DOS MUNICIPÁRIOS EM DEFESA DE PORTO ALEGRE

Marchezan segue seu pacote de medidas para o desmonte de Porto Alegre atingindo os trabalhadores municipais de Porto Alegre. A UEE Livre estava junto nas ruas defendendo a cidade e a educação.

O PROFESSOR É MEU AMIGO: MEXEU COM ELE, MEXEU COMIGO

A greve histórica do CPERS culminou em um ato que reuniu milhares de professores e estudantes de todo o estado em Porto Alegre que deu a letra à nosso governador: não aceitaremos que sucateiem a nossa educação!

ESTUDANTES CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

O dia 5 de dezembro foi de mobilização nacional contra a reforma da previdência e a UEEL  em conjunto com vários DCE's do estado foram as ruas para barrar este retrocesso que atinge toda a população brasileira.

AS RUAS SÃO DO POVO

a UEE Livre Rs, em conjunto com o DCE UFRGS, a Umespa - União Metropolitana dos Estudantes Secundários de Porto Alegre e outros movimentos sociais, entregaram ao Ministério Público do Rio Grande do Sul um PEDIDO DE TOMADA DE PROVIDÊNCIA pela aprovação na câmara dos vereadores do PLC 006/2017 que visa coibir as manifestações de rua dando maior poder de coerção a guarda municipal e fixando multa aos manifestantes.

         Confira o recado dos coordenadores da UEE Livre:

2017 vai chegando ao fim fechando um ano de muita luta para os estudantes brasileiros e gaúchos. Temer e Sartori têm enfrentado dificuldades em aprovar seus pacotes pois escolheram mirar seus ataques contra a educação e os trabalhadores. Em todo o RS ocupamos as ruas contra a reforma trabalhista e da previdência, contra o contingenciamento de investimentos nas áreas públicas e contra a precarização da educação nas redes pública e privada! Na capital, enfrentamos de frente o prefeito na tentativa de pôr fim ao UNIPOA e ao Meio Passe estudantil e organizamos a resistência à precarização do ensino promovida pela rede Laureate na Fadergs e UniRitter. Em 2018, a UEE-Livre seguirá construindo a unidade com os movimentos sociais na luta contra a precarização da educação e por dias melhores para a juventude e todo nosso povo!

A nova gestão da UEE Livre tomou posse com um grande desafio, pois recebemos a entidade com o compromisso de seguir no caminho rumo a consolidação da única alternativa possível de representação dos estudantes gaúchos. Graças ao empenho coletivo de toda nossa Diretoria estamos nos desafiando a cada dia para respondermos à altura, e cada vez mais somos, de fato, a única UEE que está presente no estado e na vida dos estudantes. Para 2018, já iniciaremos o ano com outro grande desafio: a capital do Rio Grande do Sul vai estreiar o ano novo sendo novamente a capital da legalidade e da democracia, e a UEE Livre estará junto do povo ocupando Porto Alegre, contra a criminalização dos movimentos sociais e de suas lideranças populares, em defesa de Lula ser candidato. Que esta luta seja só a primeira deste novo ano onde faremos valer a nossa força, renovando nossas esperanças e resgatando por mais uma vez o nosso direito de sonhar. Viva a UEE Dr. Juca!

O segundo semestre de 2017 foi importante momento para a UEE Livre. A resistência aos retrocessos foi intensificada em todo o Rio Grande, desde a grande mobilização dos estudantes no dia 11, pela permanência do Meio Passe em Porto Alegre, deu o tom para Marchezan. Tire as mãos das nossas conquistas! Foi um período intenso com várias ações em várias universidades do nosso estado. Experimentamos também uma novidade que vêm dando certo e tem tudo para ser uma fundamental ferramenta para nossa entidade. O CUCA da UEE Livre. As ações culturais tem sido formas diferenciadas de discussões políticas, fizemos o CUCA contra a redução, no momento em que voltou a tona o tema no Senado.

Em 2018 se some à UEE Livre, vamos juntos lutar pela educação!

UEE Livre RS pede providências ao MP contra lei que pode punir manifestações de rua em POA

Foto: Pâmela May | Cuca da UEEL

 

Hoje (26) a UEE Livre Rs, em conjunto com o DCE UFRGS, a Umespa - União Metropolitana dos Estudantes Secundários de Porto Alegre e outros movimentos sociais, entregaram ao Ministério Público do Rio Grande do Sul um PEDIDO DE TOMADA DE PROVIDÊNCIA pela aprovação na câmara dos vereadores do PLC 006/2017 que visa coibir as manifestações de rua dando maior poder de coerção a guarda municipal e fixando multa aos manifestantes.


O governo Marchezan que já foi o autor de tantos ataques a população de Porto Alegre e em especial os estudantes com a tentativa de restrição do meio passe estudantil, teve sua resposta nas ruas com mais de 10 mil estudantes em defesa deste direto histórico da cidade, e, fruto disso, hoje o prefeito quer impedir as manifestações dos movimentos sociais nas ruas.

Projetos de regulamentação do ensino privado marcam posse da UEE Livre RS


33 estudantes que vão organizar o movimento estudantil gaúcho pelos próximos dois anos tomaram posse na ALERGS

Nesta quarta-feira (30) aconteceu a posse da nova diretoria da União Estadual dos Estudantes Dr. Juca – UEE Livre RS em Porto Alegre.

Reunidos às 18h no plenarinho da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, os 33 diretores que vão organizar o movimento estudantil gaúcho pelos próximos dois anos tomaram posse com a presença de convidados.

A Deputada Estadual Manuela D’Avila (PCdoB) que foi militante da UNE, entregou uma medalha da legislatura junto com a entidade em homenagem aos antigos diretores da UNE do Rio Grande do Sul.

Ex-diretores da UNE no RS recebem homenagem

Foram apresentados também os projetos de lei da entidade sobre a regulamentação do ensino superior privado.

De acordo com a estudante de produção multimídia da FADERGS, diretora de Comunicação da UEE, Pâmela May, os projetos foram inspirados no aprovado pela Rio de Janeiro, encabeçado pela UEE-RJ.

Um pede o fim da cobrança de taxas como de provas, repetência e da emissão de documentos entre outras; o segundo é sobre matrícula e rematrículas, para que os estudantes não sejam obrigados a cursarem todas as disciplinas e na rematrícula só paguem o proporcional as disciplinas que cursaram; e o último é contra a obrigatoriedade das disciplinas de Ensino à Distância nos cursos presenciais. “Trabalhamos muito indo de gabinete em gabinete dos deputados para pedir a assinatura deles e conseguimos muitos apoios. Isso vai ajudar na tramitação dos projetos”, explicou Pamela.

E completou: “é importante que a gente consiga avançar na regulamentação do ensino privado e que projetos como esse possam ser nacionais”.

Sobre os desafios da gestão Pâmela também destacou a situação econômica dramática do Rio Grande do Sul. “Não estamos destoando do cenário nacional com os cortes do Sartori no RS. Temos já no último período feito a defesa da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul, patrimônio do Estado, e a luta por uma educação pública e gratuita de qualidade continua sendo o nosso foco”.

 

Via UNE.

5º Congresso da UEE Livre Dr.Juca elege sua nova diretoria

Mateus Karling, Filipe Eich e Aleff Fernando são os novos coordenadores da entidade
(Cuca da UNE)

Filipe Eich, Aleff Fernando e Mateus Karling vão centrar esforços da nova gestão na luta pelas Diretas Já

Nos últimos dias 8 e 9 de Julho estudantes de todas as regiões do Rio Grande do Sul se reuniram na Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) em Canoas, no 5° Congresso da União Estadual de Estudantes/Livre – Dr. Juca.

Durante a plenária final a chapa única “Unir o Rio Grande por Diretas Já” foi eleita com 201 votos. Para estar a frente da UEE pelos próximos dois anos foram eleitos os coordenadores Filipe Eich (21) estudante de Economia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS), Aleff Fernando, estudante de Filosofia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e Mateus Luan Klein Karling (21), estudante de Relações Públicas também da UFSM.

“Essa unidade sela no Estado uma importante vitória do Congresso marcando unidade também nas ações do movimento estudantil para enfrentar os retrocessos do período”, destacou Felipe.

A UEE Livre do Rio Grande do Sul tem uma estrutura colegiada que de acordo com Mateus possibilita um maior diálogo entre os estudantes que constroem a entidade através de suas organizações políticas. “ Isso possibilitou além de uma chapa de unidade, uma resolução unitária que aprovou importantes pautas. Na esfera estadual, construímos a unidade contra o desmonte do governo Sartori, na extinção das fundações de ciência, tecnologia e cultura, e a privatização das empresas públicas do Estado, além da defesa do caráter público e gratuito da UERGS, a nossa universidade estadual”.

Já na pauta nacional Aleff acredita que a o maior desafio da gestão será mobilizar ainda mais os estudantes gaúchos para barrar os retrocessos que estão sendo aplicados na classe trabalhadora. “Precisamos atribuir centralidade a nossa luta pelo Fora Temer e pelas Eleições Diretas”, destacou.

AGENDA DA UEE LIVRE DR. JUCA

Durante o Congresso os estudantes gaúchos aprovaram também a realização do Seminário de Assistência Estudantil e dos Conselhos de Entidades Gerais e de Base da entidade, além da expansão do Encontro de Mulheres, de Negros e Negras e LGBT, e da criação do CUCA da UEE Livre.

O estudante João Rosa, será o coordenador do CUCA da UEE Livre. Para ele a reativação do CUCA no RS sinaliza uma intensa e plural agenda nas universidades gaúcha nos próximos dois anos. “Precisávamos retomar mais essa ferramenta que impulsiona e aglutina os estudantes em torno da nossa luta.”

 

Via UNE

UEE Livre realiza prestação de contas da entidade!

No dia 18 de março, aconteceu o 5º Conselho Estadual de Entidades Gerais da UEE Livre, nessa oportunidade a tesouraria da entidade apresentou a prestação de contas da gestão.

Com a apresentação de um documento elaborado com todas as informações dos investimentos que a entidade fez no último período, bem como, as lutas em que fomos protagonistas, a UEE Livre se torna a primeira entidade a prestar contas aos estudantes do Rio Grande do Sul e assim, reforça seu compromisso com a transparência. Segue documento aprovado pelos DCE’s e entidades presentes no 5º CEEG da UEE Livre.

Acesse o documento pelo link abaixo:

https://www.dropbox.com/s/xjju8eapdqmpycl/presta%C3%A7%C3%A3o%20de%20contas%20uee%20livre%20%282%29.pdf?dl=0