Hoje é o Dia Internacional da Mulher

Hoje as mulheres do mundo todo estarão em marcha na luta por suas vidas e seus direitos, denunciando a violência machista e patriarcal. Queremos um mundo justo em que todas as mulheres possam viver bem e sem medo!

Chegou a hora de ouvir as Marias, Mahins, Marielles e Malês: seremos as autoras do nosso próprio destino. Estaremos ocupando as ruas dizendo não a reforma da previdência porque o nosso destino não será trabalhar até morrer, dizendo que Bolsonaro nenhum irá dizer quais espaços podemos ocupar e que contra o autoritarismo e a violência nós seremos resistência! Sempre fomos. E seguiremos sendo, até que todas sejamos livres!

A resistência é condição de nossa existência: mas seguiremos marchando para transformar a sociedade. Porque o mundo como está não nos basta, não nos cabe. O que nos cabe é a esperança de um mundo novo, sem desigualdades, sem racismo, sem lesbofobia: com mulheres livres e povos soberanos.

Nesse 8 de março, nosso desafio é ecoar as vozes das mulheres que silenciadas pelo patriarcado, pelo racismo e pela lesbofobia sobrevivem ao sistema capitalista e exigem mudanças. Estamos vivas, permaneceremos vivas e exigimos respeito: nós combinamos de não morrer.

Solidariedade e movimento são nossas tarefas, porque na coletividade sempre temos mais chances de acertar. E somente com ação permanente e espírito coletivo conseguiremos alcançar a liberdade e a igualdade das mulheres.

Viva a luta das mulheres! Nesse dia internacional da mulher, marche pelos nossos direitos, por Marielle e por todas nós, pela igualdade e pela democracia. Até que todas sejamos livres!

Regina Brunet
Diretora de mulheres da UEE Livre RS

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